Tuesday, August 7, 2007

Poem by John Frusciante / Poema de John Frusciante



Here’s the John Frusciante poem I promised. I transcribed it out of a movie directed by Johnny Depp in 1993/94 at JFs Hollywood Hills home. There’s a You Tube link below where you can watch this short movie. John was having trouble with drugs at this time and anyone who knows his work now-a-days must be glad he got out of it. The words in the poem are strange but I can clearly see the beauty.

Aqui está o poema de John Frusciante que prometi. Foi transcrito de um filme dirigido por Johnny Depp em 1993/94 na casa de John em Hollywood. Tem um link do You tube mais embaixo onde você pode assistir ao filme. Nesta época, John estava tendo problemas com drogas e qualquer um que conheça seu trabalho recente deve estar feliz que ele tenha saído dessa. As palavras do poema são estranhas, mas eu consigo ver sua beleza.


“Stuff”

Cherries you were one way ahead to sour through their fake little back black cloth. It’s a passage way to drive, walk, or run through, or the wind and water to carry you. I expect what didn’t happen just now but it just happened. It lifted me up part of the pouring sky’s wine, embodied the trail designed by the shadow never forward or up or down or climbing. The top is the bottom so there’s no rush and you don’t get tired. Just nows. When, if you burn the stream, it’s around your time. Bearing it with whatever dooms itself to the wrath of light, coz’ down, it means like “me bes”, coz’ you do it to them. I’ve been falling around so long mistaken to kill for being so thin. I could flip the inside out: the song of trash that could rise in depression noon. ( ? ) I assume that whatever slides and runs around spending life figured flip each day to the night that holds itself in conviction, folding pain tightly so it knows what it means. But its silence bows to be all that bleeds. Like me, it knows the sides, and what it needs to keep trying, and it didn’t mean to be any “I ache you”. My body is light coz’ the weight of whatever is carrying it through the weak traps around will bleed. I’ve stepped anyway, not fallen, like being on my way to be. I’ll never go empty, but thanks. To: F.E. Sitting around feels like running in clouds dangled me from their thighs who I didn’t even cross where life is here, coz’ my love is crying. I’ll share the way I’ve lost, coz’ I’m a pretend me. And I’m real coz’ I can hit me softly and bleed. Blood, I can hear, coz’ I’m near now, and it’s far from me, fall back into the ground, flipped out though its holes, then, when the whole thing landed is unimportant as long as I’m given the thing that swirls like selling dreams to cannabis, telling to the jump three.

"Coisas"


Cerejas, vocês estavam um caminho à frente para azedar o pequeno-falso-preto-pano das costas deles. É uma passagem para dirigir, andar, ou correr nela, ou o vento e a água para lhe carregar. Eu esperava o que não aconteceu agora, mas aconteceu. Levantou-me a fazer parte do vinho do céu jorrando, incorporou a trilha designada pelas sombras, nunca para frente, nem para baixo, nem subindo. O topo é o fundo então não existe pressa e você não fica cansado. Apenas “agoras”. Quando, se você queimar a correnteza, está pelo seu tempo. Suportando-o com qualquer coisa que se condene ou furor da luz, porque embaixo, tem o sentido de “eu seres”, porque você faz isso a eles. Eu tenho caído por ai por tanto tempo, enganado a matar por tão magro ser. Eu poderia virar ao avesso: a música de lixo que poderia se levantar na depressão do entardecer. ( ? ) Eu presumo que qualquer coisa que escorregue e corra solto gastando vida resolveu transpor cada dia para a noite, que se segura em convicção, dobrando a dor apertadamente de forma que ele sabe o que significa. Mas seu silencio se submete a ser tudo o que sangra. Como eu, ele é ciente das laterais, e daquilo que ele precisa continuar tentando, e não tinha a intenção de ser qualquer “eu faço você doer”. Meu corpo é leve porque o peso de seja lá o que tiver o carregando pelas fracas armadilhas irá sangrar. Eu pisei de todo jeito, sem cair, como estando no meu caminho de ser. Eu nunca esvaziarei, mas obrigado. Para: F.E. Ficar sentado parece como correr nas nuvens me entrelaçaram pelas coxas deles, de quem eu nem mesmo cruzei, onde a vida está aqui, porque meu amor está chorando. Eu irei dividir do mesmo jeito que perdi, porque eu sou um eu faz-de-conta. E eu sou real porque eu posso me bater levemente e sangrar. Sangue, eu posso escutar, porque estou perto agora, e ele está longe de mim, cair de volta ao chão, virou-se por seus buracos, e quando tudo caiu não importa desde que me seja dada a coisa que rodopia como vender sonhos à cannabis, dizendo para pular três.
You Tube Link

5 comments:

Clare said...

Hi Gilson! We have house guests, so I haven't had a chance to stop by here until now. This John Frusciante poem and YouTube movie of him is really cool. Wild, too. It felt like an altered state, like with drugs/alcohol -- but it was much deeper and beautiful than that -- also really rich with metaphor, spirit, pain, searching, and trying to break free from the limitations of life/body and its struggles. The lines that really impacted me the most are: "I'll share the way I've lost coz' I'm a pretend me" and also "and I'm real coz' I can hit me softly and bleed". Wow! I want to spend more time reading this poem again and reading more of Frusciante's work. Thank you Gilson for posting this!
:)

Gilson said...

Hi Clare, it’s a great pleasure to be able to share this. This poem had a strong impact on me, and it was my intention to be able to show to other people. The lyrics for many of his songs are also very rich with emotion. I agree with your quotes, those are very powerful words.

Anonymous said...

Thanks for doing this!

Lesa said...

Well written article.

Gilson said...

:)